Time Series Analysis of Workplace Accidents in the State of Amazonas, Brazil (2014-2021)
Luiz Dias Júnior [1]
Resumo
O estado do Amazonas apresenta uma considerável taxa de acidentes e óbitos relacionados ao trabalho, sendo uma das mais elevadas na região Norte do Brasil. Diante dessa realidade, este estudo visa analisar a ocorrência de acidentes no período de 2014 a 2021 e propor soluções embasadas no perfil acidentário do estado. Para alcançar esse objetivo, foi realizado um estudo epidemiológico, descritivo exploratório, do tipo levantamento retrospectivo, com abordagem quantitativa de dados de acidentes de trabalho ocorridos entre os anos de 2014 a 2021 no Estado do Amazonas coletados da plataforma RADAR SIT. Os resultados revelaram que há uma tendência geral de redução no número total de acidentes ao longo dos anos, embora com variações significativas, incluindo um aumento recente. As indústrias de transformação e o setor de transporte destacam-se como os mais afetados, apresentando altos índices de acidentes. As lesões mais comuns são cortes, contusões e fraturas, frequentemente causadas por maquinário e ferramentas. Os dados também apontam para a necessidade de melhorias nas condições de trabalho e na implementação de medidas de segurança mais eficazes, visando a redução da incidência de acidentes e seus impactos econômicos e sociais.
Palavras-chave: segurança do trabalho. série histórica. prevenção.
1. INTRODUÇÃO
A segurança no trabalho é uma preocupação constante e fundamental para garantir a integridade física e a saúde dos trabalhadores. No Brasil, o monitoramento dos acidentes de trabalho tem sido intensificado ao longo dos anos, com o intuito de identificar os setores mais vulneráveis e desenvolver políticas eficazes para a prevenção desses eventos. O estado do Amazonas, com sua economia diversificada e setores industriais significativos, apresenta um cenário desafiador em termos de segurança ocupacional (MPS, 2024).
Os acidentes de trabalho podem resultar em lesões graves, incapacidades permanentes e até mortes, causando não apenas sofrimento para os trabalhadores e suas famílias, mas também prejuízos econômicos e sociais consideráveis. As ocorrências de acidentes geram impactos financeiros significativos, tanto no sistema de saúde quanto na previdência social, além de afetarem a produtividade das empresas. Estima-se que esses eventos representem uma perda aproximada de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) global anualmente (ONU BRASIL, 2022).
No estado do Amazonas, setores como a indústria de transformação e o transporte se destacam pela alta incidência de acidentes, devido às condições de trabalho intensivas e ao uso de maquinário pesado. Lesões comuns incluem cortes, contusões e fraturas, refletindo a necessidade de medidas específicas de proteção para trabalhadores expostos a riscos mecânicos e físicos. A identificação dos principais agentes causadores de acidentes, como máquinas e equipamentos, substâncias químicas e superfícies de trabalho, é crucial para direcionar os esforços de prevenção (MPS, 2024).
Desta forma este trabalho tem como objetivo analisar os dados de acidentes de trabalho no estado do Amazonas, no período de 2014 a 2021, com foco nos setores mais afetados, nas naturezas das lesões e nos agentes causadores. Através desta análise, busca-se identificar padrões e tendências que possam orientar a implementação de políticas e práticas de segurança mais eficazes, contribuindo para a melhoria das condições de trabalho e a redução dos acidentes no estado.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Os acidentes de trabalho no Brasil são um significativo problema de saúde pública e apresentam variações na prevalência e nas características ao longo dos anos. De acordo com um estudo recente, a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) revelou que aproximadamente 3,4% da população adulta brasileira sofreu algum tipo de acidente de trabalho. Esses incidentes foram mais frequentes entre homens, jovens, pessoas de cor preta e aqueles com menor escolaridade. Cerca de um terço dos acidentes relatados foram acidentes de trajeto, ocorrendo durante o deslocamento entre casa e trabalho (FONTANA & GRILLO, 2018).
Os setores mais impactados incluem a indústria de transformação e o transporte, que apresentam maiores riscos devido ao uso intensivo de maquinário pesado e às condições de trabalho desafiadoras. Lesões como cortes, contusões e fraturas são comuns, evidenciando a necessidade de medidas de proteção específicas para trabalhadores expostos a riscos mecânicos e físicos. A subnotificação dos acidentes de trabalho, especialmente entre trabalhadores informais e aqueles com vínculos empregatícios precários, subestimando a real magnitude do problema (CORDEIRO et al., 2005).
2.1 Impactos Econômicos dos Acidentes de Trabalho
Os acidentes de trabalho têm impactos econômicos significativos, refletidos nas despesas previdenciárias e na perda de produtividade. Dados recentes indicam que os gastos decorrentes de acidentes de trabalho são elevados, chegando a R$ 71 bilhões por ano no Brasil, incluindo internações e tratamentos médicos. A concessão de Auxílio-Doença por Acidente de Trabalho (ADAT) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostra que a prevalência dos benefícios é maior entre homens e trabalhadores acima de 40 anos, sendo os agravos mais prevalentes lesões, envenenamentos e doenças do sistema osteomuscular (MALTA et al., 2017).
3. METODOLOGIA
Este estudo adota uma abordagem quantitativa para investigar as implicações dos resultados em um grupo amostral específico. A coleta de dados foi empregada para fundamentar as análises estatísticas e deduzir correlações significativas (LAKATOS & MARCONI, 2021).
Realizou-se um estudo epidemiológico de natureza descritiva e exploratória, caracterizado como um levantamento retrospectivo. A investigação focou em dados de acidentes de trabalho ocorridos no período de 2014 a 2021 no Estado do Amazonas. Para a coleta de dados, utilizou-se a plataforma Radar SIT, mantida pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), assegurando a coleta de dados precisos e pertinentes ao contexto do estudo.
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
A evolução temporal dos acidentes de trabalho no estado do Amazonas durante o período de 2014 a 2021 revela uma tendência geral de redução no número total de acidentes, seguida por variações ao longo dos anos (Figura 1).

Figura 1. Acidentes no estado do Amazonas 2014-2021.
Fonte: Secretaria de Inspeção do Trabalho, 2024.
Em 2014, registrou-se o maior número de acidentes de trabalho, com 5.435 ocorrências. No ano seguinte, 2015, houve uma redução significativa, com o número de acidentes caindo para 4.690. Esta tendência de declínio continuou em 2016, ano em que foram registrados 3.747 acidentes de trabalho.
O ano de 2017 marcou o ponto mais baixo no período analisado, com 3.668 acidentes. A partir de 2018, observa-se uma leve elevação no número de acidentes, com 3.832 ocorrências, seguido por uma leve diminuição em 2019, que registrou 3.807 acidentes. No ano de 2020, o número de acidentes de trabalho sofreu nova redução, alcançando 3.665 ocorrências. Entretanto, o ano de 2021 apresentou um aumento expressivo, com 4.223 acidentes registrados.
A variação nos números de acidentes ao longo dos anos pode ser atribuída a uma série de fatores, incluindo mudanças nas políticas de segurança no trabalho, variações na fiscalização, flutuações econômicas, bem como outros fatores externos que podem influenciar as condições de trabalho e a incidência de acidentes. A análise desses dados sugere uma tendência inicial de declínio nos acidentes de trabalho, seguida por uma estabilização e um aumento recente em 2021.
A análise dos dados sobre acidentes de trabalho fatais no estado do Amazonas durante o período de 2014 a 2021 revela uma variação significativa no número de óbitos (Figura 2). Em 2014, houve 13 mortes registradas, seguido por um aumento considerável em 2015, com 22 óbitos, representando o maior número de fatalidades no período analisado.

Figura 2. Mortes em decorrência de acidente do trabalho no Amazonas entre 2014 e 2021.
Fonte: Secretaria de Inspeção do Trabalho, 2024.
Após 2015, o número de óbitos diminuiu para 11 em 2016 e permaneceu constante em 2017. Em 2018, houve um novo aumento, com 15 mortes registradas. Em 2019, o número de óbitos caiu drasticamente para 4, o menor valor no período de análise.
O ano de 2020 apresentou um leve aumento para 7 óbitos. Em 2021, houve um aumento significativo no número de mortes, totalizando 21 óbitos, quase alcançando o pico de 2015. Essas variações podem estar associadas a diversos fatores, incluindo mudanças nas condições de trabalho e eficácia das medidas de segurança implementadas.
A mortalidade por acidente de trabalho é consequência da falta de conscientização de todos os participantes na relação entre empregado e empregador. Essa é uma situação que poderia ser evitada e que resulta na perda prematura da vida de um trabalhador (LIPPEL, 2012).
4.1 Setores mais afetados
Os dados sobre acidentes de trabalho no estado do Amazonas, evidenciam importantes padrões de ocorrência nas diversas seções da Classificação Nacional das Atividades Econômicas (CNAE) (Figura 3).
As Indústrias de Transformação apresentaram o maior número de acidentes de trabalho, totalizando 11.565 ocorrências. Este elevado número sugere que este setor possui uma alta exposição a riscos ocupacionais, devido à natureza das atividades industriais que envolvem maquinário pesado e processos complexos na produção. Em segundo lugar, o setor de Transporte, Armazenagem e Correio registrou 4.821 acidentes. Esse setor também enfrenta riscos significativos, relacionados ao manuseio de cargas, operação de veículos e outras atividades logísticas.

Figura 3. Setores com mais ocorrências de acidentes.
Fonte: Secretaria de Inspeção do Trabalho, 2024.
O Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas contabilizou 4.136 acidentes, posicionando-se como o terceiro setor mais afetado. A alta interação com o público, movimentação de produtos e uso de ferramentas podem contribuir para esses números. Atividades Administrativas e Serviços Complementares registraram 2.688 acidentes, enquanto o setor de Construção apresentou 2.402 ocorrências.
Setores como Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação e Saúde Humana e Serviços Sociais registraram 2.129 e 1.912 acidentes, respectivamente. Estes números refletem os desafios intrínsecos a esses campos, como a manipulação de substâncias perigosas e a prestação de cuidados de saúde. Alojamento e Alimentação tiveram 988 acidentes, enquanto Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas e Educação registraram 443 e 432 acidentes, respectivamente. Apesar de menores em comparação com outros setores, esses números ainda indicam áreas onde melhorias nas condições de trabalho podem ser benéficas.
Esses dados mostram que os setores com maior número de acidentes são aqueles com atividades intensivas e, frequentemente, mais perigosas, como a Indústria de Transformação e o Transporte. Em contraste, setores como Educação e Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas apresentam menor incidência de acidentes.
4.2 Perfil das lesões
A categoria mais frequente de lesões (Figura 4) é a de cortes, lacerações, feridas contusas e puncturas (feridas abertas), com um total de 7.718 acidentes. Este tipo de lesão sugere uma alta incidência de acidentes que envolvem objetos cortantes ou condições que resultam em feridas abertas.

Figura 4. Tipos de lesões mais frequentes reportadas.
Fonte: Secretaria de Inspeção do Trabalho, 2024.
Lesões de contusão e esmagamento, onde a superfície cutânea permanece intacta, são a segunda natureza de lesão mais comum, com 4.733 ocorrências. Este tipo de lesão é frequentemente associado a impactos com objetos pesados ou pressão sobre partes do corpo. Fraturas representam a terceira maior categoria, com 4.343 acidentes. Fraturas são lesões graves que frequentemente resultam de quedas, colisões ou impacto direto. Escoriações e abrasões (ferimentos superficiais) somam 3.144 ocorrências, indicando lesões menores que envolvem a camada superficial da pele.
A categoria de lesão imediata, não identificada como outra classificação (NIC), contabiliza 2.917 acidentes. Esta classificação sugere uma variedade de lesões que não se enquadram nas categorias especificadas. Distensões e torções, com 2.283 acidentes, são lesões comuns resultantes de movimentos bruscos ou sobrecarga muscular.
Doenças não identificadas como outra classificação (NIC) representam 1.430 acidentes, indicando a presença de condições que afetam a saúde do trabalhador de maneira geral. Luxações, que são deslocamentos de articulações, registram 1.296 ocorrências. Este tipo de lesão é frequentemente associado a movimentos extremos ou impactos. A inflamação de articulações, tendões ou músculos, incluindo condições como sinovite e tenossinovite, contabiliza 1.094 acidentes. Estas condições são tipicamente causadas por uso excessivo ou movimentos repetitivos.
Finalmente, lesões múltiplas, que envolvem mais de um tipo de lesão simultaneamente, totalizam 959 acidentes. Esta categoria sugere incidentes severos que resultam em múltiplas áreas lesionadas.

Figura 5. Região do corpo mais afetada.
Fonte: Secretaria de Inspeção do Trabalho, 2024.
Conforme a série histórica a parte do corpo mais atingida são os dedos, com 8.427 acidentes registrados (Figura 5). Este elevado número indica que atividades que envolvem o manuseio de ferramentas, máquinas e objetos pequenos representam um risco significativo para lesões nos dedos. Os pés (exceto artelhos) são a segunda parte do corpo mais afetada, com 2.577 acidentes. Este dado sugere que os trabalhadores estão expostos a riscos de quedas de objetos pesados ou a condições que levam a lesões nos pés.
As mãos (exceto punho ou dedos) também são frequentemente afetadas, com 2.313 acidentes. Lesões nesta área podem resultar de uma variedade de atividades que exigem manipulação direta e exposição a perigos mecânicos. Partes múltiplas do corpo foram atingidas em 1.761 acidentes. Esta categoria indica incidentes graves onde várias partes do corpo são lesionadas simultaneamente. Os joelhos foram atingidos em 1.383 acidentes, enquanto os ombros registraram 1.353 acidentes. Estas lesões podem estar associadas a esforços físicos excessivos, movimentos repetitivos ou impactos diretos. A perna foi afetada em 1.206 acidentes, refletindo riscos associados a quedas, colisões ou movimentos inadequados durante o trabalho.
A cabeça foi atingida em 1.120 acidentes, indicando a ocorrência de lesões que podem variar em gravidade e resultar de impactos ou quedas. O sistema nervoso registrou 1.111 acidentes, sugerindo a ocorrência de lesões que afetam as funções nervosas, possivelmente devido a traumas ou exposição a substâncias neurotóxicas. A articulação do tornozelo foi afetada em 1.088 acidentes, indicando lesões resultantes de torções, quedas ou movimentos inadequados.
Esses dados destacam que os dedos, pés e mãos são as partes do corpo mais frequentemente lesionadas em acidentes de trabalho no Amazonas, refletindo a necessidade de proteção específica para estas áreas, especialmente em atividades que envolvem o uso intensivo de maquinário e ferramentas.
4.3 Agentes Causadores
O agente causador mais comum é Ferramenta, máquina, equipamento, veículo com um total de 14.784 acidentes (Figura 6). Este elevado número indica a alta exposição dos trabalhadores a riscos associados ao uso de maquinário e veículos no ambiente de trabalho.
Máquinas e ferramentas podem resultar em acidentes por vários motivos, incluindo desgaste, rachaduras, quebras ou defeitos. Além disso, a ausência ou inadequação de proteções aumenta o risco de acidentes. Fatores como a falta de treinamento adequado e a desatenção dos trabalhadores também contribuem de forma significativa para a ocorrência de incidentes (TWEEDT, 2014; KANG et al., 2021).

Figura 6. Principais agentes causadores de acidentes no Amazonas.
Fonte: Secretaria de Inspeção do Trabalho, 2024.
Substância química, material, produto é o segundo agente mais comum, responsável por 6.211 acidentes. Este dado sugere que manuseio inadequado ou exposição a substâncias químicas representa um risco significativo. Acidentes causados por Superfície e estrutura totalizam 4.578 ocorrências. Este agente causador pode incluir pisos escorregadios, estruturas instáveis ou outros perigos físicos no ambiente de trabalho.
A categoria Ser vivo contabiliza 2.600 acidentes, indicando a ocorrência de incidentes envolvendo animais ou, possivelmente, interações perigosas entre seres humanos em certos contextos ocupacionais. Área ou ambiente de trabalho, mobiliário, embalagens e recipientes causou 1.813 acidentes. Esta categoria inclui lesões causadas por condições físicas do local de trabalho, como mobiliário inadequado ou recipientes perigosos. Reação do corpo a movimento é responsável por 767 acidentes, sugerindo lesões decorrentes de movimentos bruscos ou inadequados durante o desempenho de tarefas laborais. Esforço excessivo, causou 500 acidentes, destacando o impacto das atividades que exigem força física excessiva, levando a lesões musculares ou articulares.
A categoria Ataque de ser vivo, contato com pessoas doentes ou material infecto-contagiante, registrou 368 acidentes. Este agente causador é relevante em contextos onde há exposição a animais ou risco de infecção. Impacto sofrido por pessoa totalizou 249 acidentes, indicando lesões resultantes de colisões ou choques.
Finalmente, Queda de pessoa com diferença de nível foi responsável por 204 acidentes. Este tipo de acidente geralmente envolve quedas de escadas, plataformas ou outras diferenças de altura, resultando em lesões potencialmente graves.
5. CONCLUSÃO
A análise dos acidentes de trabalho no estado do Amazonas entre 2014 e 2021 revelou uma tendência geral de diminuição no número de ocorrências, embora com flutuações ao longo dos anos. Observou-se que os setores industriais, particularmente as Indústrias de Transformação e o setor de Transporte, são os mais suscetíveis a acidentes devido à natureza das suas atividades, que frequentemente envolvem maquinário pesado e condições laborais desafiadoras.
Lesões como cortes, contusões, fraturas e escoriações são prevalentes, indicando a necessidade de medidas específicas de proteção, especialmente para as mãos, dedos e pés dos trabalhadores. Ferramentas, máquinas, substâncias químicas e superfícies de trabalho foram identificadas como os principais agentes causadores de acidentes, evidenciando os perigos associados ao ambiente de trabalho e à utilização de equipamentos.
Apesar da tendência de redução, os dados mostram que há setores e tipos de lesões que permanecem críticos, destacando a importância contínua da implementação de políticas eficazes de segurança no trabalho. A diversidade de lesões e agentes causadores reforça a necessidade de uma abordagem multifacetada para a prevenção de acidentes, que deve incluir treinamento adequado, utilização de equipamentos de proteção individual e melhorias nas condições de trabalho. Esses esforços são essenciais para garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores, reduzindo a incidência de acidentes e suas consequências.
REFERÊNCIAS
CORDEIRO, Ricardo et al. Subnotificação de acidentes do trabalho não fatais em Botucatu, SP, 2002. Revista de Saúde Pública, v. 39, p. 254-260, 2005.
FONTANA, Luísa Ortlieb; Grillo, Luciane Peter. Perfil dos acidentes de trabalho em uma cidade de pequeno porte no sul do Brasil. Saúde (Santa Maria), 44(1), 2018.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do Trabalho Científico. Atlas, 9ª edição, 256 p, 2021.
LIPPEL, T. H. Mortalidade por acidentes no trabalho, Brasil: análise de séries temporais, 1998 a 2006. 2012, 131 p. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública), Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2012.
KANG, Youngsig et al. Modern Cause and Effect Model by Factors of Root Cause for Accident Prevention in Small to Medium Sized Enterprises. Safety and Health at Work, 12, 2021.
MALTA, Deborah Carvalho et al. Acidentes de trabalho autorreferidos pela população adulta brasileira, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. Ciênc. Saúde Colet, 22(1), 169-178, 2017.
MPS, Ministério da Previdência Social. Acidentes do Trabalho e Benefícios por Incapacidade. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/previdencia/pt-br/assuntos/previdencia-social/saude-e-seguranca-dotrabalhador/acidente_trabalho_incapacidade. Acesso em: 15 de julho de 2024.
ONU BRASIL, As Nações Unidas no Brasil. Acidentes de trabalho e mortes acidentárias voltam a crescer no Brasil em 2021. Disponível em: brasil.un.org Acesso em: 10 de julho de 2024.
TWEEDY, James T. Introduction to Hazard Control Management: A Vital Organizational Function. CRC Press, Florida, 304 p., 2014.
[1] Discente do Curso Superior de Especialização em Engenharia e Segurança do Trabalho do Instituto de Ensino Superior FaSerra Campus Manaus e-mail: diasjuniorluiz@hotmail.com